MARIA ELZA BEZERRA CIRNE

  


    MARIA ELZA BEZERRA CIRNE, economista, advogada tributarista, servidora pública aposentada e escritora. Nascida no litoral de Natal/RN, tem raízes extensas até o sertão e um oceano aberto para o mundo. Desde muito cedo aprendeu a gostar de ler, viajar, observar, desbravar. Publicou os livros “No Rastro das Águas” (1997), “Sertão, Seridó, Sentidos” (2014) e Múltipla (2021).

É filha de Haroldo de Sá Bezerra e Selma Meira e Sá Bezerra, neta de José Bezerra de Araújo e Yvette de Sá Bezerra pelo lado do pai, e de Francisco de Sales Meira e Sá Neto e Maria Aliete Galvão Meira e Sá, pelo lado da mãe. Sua ascendência vai dar no Coronel José Bezerra da Aba da Serra (seu trisavô paterno) e no Coronel Silvino Bezerra de Araújo (seu tetravô materno) – os dois irmãos entrelaçados na endogamia seridoense.
 
Por isso mesmo, carrega no sangue o viver seridoense. Daí a escrita debandar para o lado do sertão.
 
O livro “No Rastro das Águas” é uma biografia do avô paterno, José Bezerra de Araújo, em que o personagem principal nasce em Currais Novos e transita nas transformações sociais, econômicas e políticas do século vinte sem perder a essência da vida sertaneja.
 
O livro “Sertão, Seridó, Sentidos” reúne crônicas e fotografias da autora sobre o hábito e o viver do Seridó, descrevendo todos os sentidos que a região da caatinga emana nos seus habitantes e naqueles que se apaixonam por ela.

Mora em Natal desde sempre. Como habitante urbana, rascunhou impressões do cotidiano, relatou viagens, coletou dicas de música, arte – tudo aquilo que faz bem à alma – e criou o blog www.elzabezerra.com.br (atualmente desativado).
 
Soltou as amarras e reuniu as crônicas no livro Múltipla, demonstrando uma versatilidade ao escrever sobre o cotidiano, o universo de suas viagens, as impressões sobre arte, o estilo de vida ativo, a conexão com a natureza e o resgate da memória mesclado à contemporaneidade.
 
Temas diversos demonstram toda a multiplicidade do universo feminino, porque múltipla é a capacidade da mulher em imaginar, adaptar, criar, viajar, apreciar, conhecer. As palavras traçadas são leves e estão repletas de pontos de afirmação, negação, exclamação, interrogação, reticências…
 
 
Casada com Henrique Luiz da Costa Cirne, é mãe de Luiz Henrique, marido de Eduarda, e Cecília, mulher de Marcelo.
 
Em sua multiplicidade, ainda administra a empresa da família e exerce, com um misto de maturidade e sabor de infância feliz, o prazeroso papel de ser avó de quatro netos.
 
No tempo que lhe sobra, dedica-se ao próximo livro: a história da Viúva Machado, essa mulher ímpar, que viveu e ajudou a construir a Natal no século vinte.


Nascida no litoral de Natal/RN, Maria Elza Bezerra Cirne tem raízes extensas até o sertão e um oceano aberto para o mundo. Desde muito cedo aprendeu a gostar de ler, viajar, observar, desbravar. Publicou os livros “No Rastro das Águas” (1997) e “Sertão, Seridó, Sentidos” (2014).

MARIA ELZA BEZERRA CIRNE, advogada tributarista, economista, escritora. Nascida no litoral de Natal/RN, tem raízes extensas até o sertão e um oceano aberto para o mundo. Desde muito cedo aprendeu a gostar de ler, viajar, observar, desbravar. Publicou os livros “No Rastro das Águas” e “Sertão, Seridó, Sentidos”. 

 

Em data recente criou o blog www.elzabezerra.com.br, onde publica crônicas sobre o cotidiano, viagens, arte, história, ilustradas com fotografias de sua autoria. Não obstante, o livro “Sertão, Seridó, Sentidos” são Crônicas e fotografias da autora sobre o hábito e o viver do Seridó, descrevendo todos os sentidos que a região da caatinga emana nos seus habitantes e naqueles que se apaixonam por ela.

 

SERTÃO, SERIDÓ, SENTIDOS. No dia 22 de setembro de 2022, realizou-se no Instituto Histórico e Geográfico uma edição da Quinta Cultural sobre o livro “Sertão, Seridó, Sentidos”, da escritora Elza Bezerra Cirne. A obra reúne crônicas e fotografias da região do semiárido potiguar, região onde estão as raízes da autora, que é sócia do IHGRN. O evento foi introduzido por uma fala da presidente do Instituto, Joventina Simões. Em seguida, um bate-papo com a artista plástica ngela Almeida sobre o livro. O vídeo completo do evento está disponível no YouTube, através do endereço https://youtu.be/2IMtBJDFps8 e também no site da autora, www.elzabezerra.com.br.

 

Das mãos da excelsa escritora, colhemos um texto técnico jurídico publicado em jornal local, do qual consideramos sobremodo o registro para os escaninhos da consulta futura. Visto livremente no endereço link https://tribunadonorte.com.br/colunas/artigos/uma-bussola-desnorteada/ - "Para quem advoga na área tributária, é cada vez mais arriscado prestar qualquer orientação jurídica, diante do complexo e intrincado sistema tributário e suas variadas interpretações. Partindo de uma Constituição dirigente, enveredando por leis complementares de caráter geral, perpassando por leis nacionais, federais, estaduais e municipais, e adentrando no universo dos regulamentos infralegais, o contribuinte e seus advogados têm a sensação de percorrer uma trilha bastante acidentada. Nesse atribulado caminho, o Poder Judiciário atua como um condutor, cabendo aos tribunais superiores a palavra final sobre a interpretação da complexa legislação tributária, dando o norte para os jurisdicionados. Entretanto, parece-nos que o ponteiro da bússola ainda não encontrou o seu prumo. Oscila constantemente, ora apontando para um caminho, ora na direção oposta. Casos recentes no campo tributário refletem tal assertiva. No último dia 06 de junho, a Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça modificou novamente o entendimento sobre a contagem do prazo prescricional na ação de repetição de indébito.As mudanças de interpretação repetem-se constantemente, a exemplo do caso da base de cálculo do Imposto sobre a Renda e CSLL nos serviços hospitalares; da isenção da COFINS na sociedade empresária; bem como em relação ao direito de crédito do IPI na aquisição de matérias-primas tributadas sob os regimes da alíquota zero e da não-tributação. Em 25 de junho último, o Supremo Tribunal Federal decidiu que a União poderá reaver o IPI das empresas que compensaram tributos com créditos de matérias-primas em que incide alíquota zero ou naquelas não-tributadas. A cobrança só poderá ser feita nos casos dos pagamentos não realizados nos últimos cinco anos, prazo de prescrição dos tributos.As incertezas jurídicas levaram o Ministro Humberto Gomes de Barros, do Superior Tribunal de Justiça, a proferir o seguinte desabafo, ao emitir seu voto em um determinado julgamento: “Nós somos os condutores, e eu – Ministro de um Tribunal cujas decisões os próprios Ministros não respeitam – sinto-me, triste. Como contribuinte, que também sou, mergulho com insegurança, como um passageiro daquele vôo trágico em que o piloto que se perdeu no meio da noite em cima da Selva Amazônica: ele virava para a esquerda, dobrava para a direita e os passageiros sem nada saber, até que eles de repente descobriram que estavam perdidos”. Em que pese o direito ser uma ciência bastante dinâmica, um mínimo de segurança jurídica deve ser dado ao contribuinte, especialmente às pessoas jurídicas, para que possam planejar seus custos e definir suas estratégias, na busca do crescimento econômico.Nesse aspecto, cabe ao Poder Judiciário – que tem papel fundamental no aprimoramento das instituições – sedimentar posições e dar rumo ao nosso futuro. Quem sabe assim, um dia, poderemos viver um verdadeiro Estado Democrático de Direito".




 SERTÃO, SERIDÓ, SENTIDOS. No dia 22 de setembro de 2022, realizou-se no Instituto Histórico e Geográfico uma edição da Quinta Cultural sobre o livro “Sertão, Seridó, Sentidos”, da escritora Elza Bezerra Cirne. A obra reúne crônicas e fotografias da região do semiárido potiguar, região onde estão as raízes da autora, que é sócia do IHGRN. O evento foi introduzido por uma fala da presidente do Instituto, Joventina Simões. Em seguida, um bate-papo com a artista plástica ngela Almeida sobre o livro. O vídeo completo do evento está disponível no YouTube, através do endereço https://youtu.be/2IMtBJDFps8 e também no site da autora, www.elzabezerra.com.br.

Texto: Marcela Bulhões
Imagem: Reprodução

Curta, comente, compartilhe!

🖥️

 Leia também em nosso blog: www.ihgdorn.blogspot.com Viúva Machado – A Grandeza de uma Mulher, de Elza Bezerra, é um livro simplesmente espetacular. Li de uma só vez, sem conseguir interromper a leitura.

É uma obra que encanta e emociona.
Com uma prosa poética e um vocabulário rico, a autora traça um retrato da personagem central, a Viúva Manchado, e, por meio de sua história, revela muito mais do que memórias pessoais.
Ao narrar a vida dessa mulher extraordinária, que sempre admirei, Elza Bezerra também resgata o crescimento da cidade de Natal no século passado, tecendo uma narrativa que une memória, identidade e afeto.
O livro destaca ainda o empreendedorismo visionário de Manoel Machado, marido da protagonista, e a força feminina que sustenta e transforma realidades.
Cada página é um convite a mergulhar em uma história onde poesia e realidade se encontram, onde a grandeza de uma mulher se confunde com a grandeza de uma época.
Realmente, uma leitura imperdível, que celebra a coragem, a sensibilidade e a memória de um tempo.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

JOSÉ BEZERRA GOMES (1911/1982)

JOSÉ OZILDO DOS SANTOS