HAILTON ALVES FERREIRA
Sua formação acadêmica revela um percurso sólido e progressivo. Graduou-se em Pedagogia, em 1998, e em Geografia, em 2011, ampliando seus estudos com especialização em 2003 e mestrado em Educação, concluído em 2013. Atualmente, segue em aprofundamento acadêmico como doutorando na mesma área, o que atesta a permanência de seu vínculo com a reflexão crítica e a pesquisa educacional. Tal itinerário teórico se articula diretamente à prática docente iniciada ainda em 1996, como professor da rede pública municipal de Macaíba, estendendo-se, a partir de 2012, à rede estadual de ensino do Rio Grande do Norte. Soma-se a esse percurso o exercício anterior como servidor público estadual, na condição de policial militar, dimensão que amplia a compreensão de seu compromisso com o serviço público e a vida comunitária.
Paralelamente à docência, desenvolve intensa atividade de pesquisa, integrando o Grupo de Estudos e Pesquisa em Educação Profissional, Linguagens, Formação Docente e Inclusão Social (GELFOPIS/IFRN), além de dedicar-se de modo sistemático ao estudo da literatura de cordel. Não por acaso, é nesse campo que se destaca como um dos autores mais prolíficos da contemporaneidade potiguar, reunindo uma produção que alcança 153 cordéis, nos quais alia rigor temático, oralidade poética e forte senso de pertencimento cultural.
Sua obra criativa, contudo, ultrapassa os limites da literatura popular. É autor de dezenas de livros, organizador de três coletâneas reunidas sob o título Cinco Bocas, além de roteirista e realizador de quatro filmes e criador da peça teatral Cartas de um exilado, inspirada na obra homônima de Djalma Maranhão.
Entre os títulos de maior relevo em sua bibliografia figura O Levita do Seridó, lançado em novembro de 2024, dedicado à vida e à obra do Cônego José Mário de Medeiros, publicação que reafirma seu empenho na preservação da memória intelectual e religiosa do sertão potiguar.
O reconhecimento de sua atuação se manifesta também no plano institucional e simbólico. É membro da Academia Macaibense de Letras, Patrono da Cadeira nº 01 da Academia Extremozense de Letras desde 2023, além de ter recebido o título de Cidadão Honorífico São-gonçalense, em 2007. Sua influência no campo educacional e cultural é ainda assinalada pelas patronagens que lhe foram atribuídas, entre as quais se destacam a Biblioteca da Escola Municipal Manoel Vicente de Paiva, em Parnamirim, em 2015, e a Biblioteca da Escola Estadual Dr. João Chaves, em Mangabeira, Macaíba, em 2024.
A figura de Hailton Mangabeira projeta-se, assim, como síntese rara de educador, pesquisador e criador. Sua trajetória conjuga o rigor da formação acadêmica com a vitalidade da tradição popular, fazendo de sua obra um testemunho perene de compromisso com a educação, a cultura e a identidade do Rio Grande do Norte. Mais do que um simples perfil biográfico, sua vida intelectual configura um verdadeiro projeto existencial voltado à valorização das raízes, à preservação da memória coletiva e à afirmação da cultura viva das comunidades sertanejas.
VIDA E OBRA DE HAILTON MANGABEIRA
O penúltimo eco ensaístico é a biografia demonstrativa
de Hailton Alves Ferreira, também conhecido
como Hailton Mangabeira, detalhando a sua origem
e percurso profissional. Ele possui uma formação
acadêmica que inclui graduações em Pedagogia e Geografia,
além de especialização e mestrado em Educação. A sua carreira profissional é
marcada pela docência nas redes
públicas de Macaíba e do Rio Grande do Norte, sendo também pesquisador em grupos focados em educação
profissional e inclusão social. A sua produção
literária é vasta, incluindo 153 cordéis, 12 livros e
diversas outras obras, como filmes e peças de teatro. Por oportuno lembramos os
seus títulos honoríficos e o papel como
patrono em diversas instituições, sublinhando o seu impacto cultural e
educacional na região.
Nascido em 9 de
janeiro de 1973, em Macaíba, no Rio Grande do Norte, Hailton Alves Ferreira,
que nas letras adota o nome de Hailton Mangabeira, construiu uma trajetória
marcada pela pluralidade de experiências e pela intensidade de sua entrega à
educação e à cultura.
Filho de Manoel
Francisco Ferreira e de Josefa Alves de Medeiros Ferreira, o mais novo entre
onze irmãos, cresceu na zona rural, em Mangabeira, espaço de formação que se
enraizou em sua identidade e permeia toda a sua produção intelectual.
Formado em
Pedagogia, em 1998, e em Geografia, em 2011, continuou a expandir sua formação
acadêmica em sucessivas etapas: especialização em 2003, mestrado em Educação em
2013 e, atualmente, doutorando em Educação.
Sua jornada
universitária se articula à vida profissional iniciada ainda em 1996 como
professor da rede pública municipal de Macaíba, estendendo-se, a partir de
2012, à docência na rede estadual do Rio Grande do Norte. Soma-se a essa
atuação o passado como funcionário público estadual, o que evidencia a
amplitude de seu compromisso com o serviço público.
Paralelamente à
docência, Hailton desenvolve uma intensa atividade de investigação. Integra o
Grupo de Estudos e Pesquisa em Educação Profissional, Linguagens, Formação
Docente e Inclusão Social (GELFOPIS/IFRN), ao mesmo tempo em que se dedica à
pesquisa da literatura de cordel, campo em que se destaca pela vasta produção.
Com efeito, sua
obra criativa impressiona pela diversidade e pela vitalidade. Autor de 153
cordéis e de 12 livros, organizador de três coletâneas reunidas na trilogia Cinco
Bocas, roteirista e realizador de quatro filmes e criador da peça Cartas
de um exilado, inspirada no livro homônimo de Djalma Maranhão, demonstra
uma notável versatilidade, capaz de transitar com desenvoltura entre a
literatura popular, a escrita acadêmica e as linguagens do audiovisual e do
teatro.
Entre os títulos
que mais se destacam em sua bibliografia encontram-se ‘O Levita do Seridó’,
dedicado à memória do Cônego José Mário de Medeiros, e ‘Henrique
Castriciano’ – Um Centenário e Meio, obra que reafirma o seu apreço pela
preservação da história intelectual potiguar.
Não menos
expressivo é o conjunto dos cordéis, que, pela quantidade e pela qualidade,
conferem-lhe lugar singular no panorama da literatura popular contemporânea do
Rio Grande do Norte.
Reconhecido por sua
atuação, Hailton Mangabeira ocupa espaços de relevo no cenário cultural e
acadêmico. É membro da Academia Macaibense de Letras e Patrono da Cadeira 01 da
Academia Extremozense de Letras desde 2023.
Recebeu, ainda, o
título de Cidadão Honorífico São-gonçalense em 2007, tornou-se patrono da
Biblioteca da Escola Municipal Manoel Vicente de Paiva, em Parnamirim (2015), e
da Biblioteca da Escola Estadual Dr. João Chaves, em sua terra natal de
Mangabeira, Macaíba (2024).
A figura de Hailton
Mangabeira projeta-se, portanto, como síntese de educador, pesquisador e
criador, alguém que alia o rigor da formação acadêmica ao frescor da tradição
popular.
Sua obra, plural e
prolífica, é testemunho de um compromisso que ultrapassa os limites da sala de
aula e da academia para alcançar a cultura viva das comunidades. Mais do que um
perfil biográfico, sua trajetória configura um projeto existencial voltado à
preservação da memória, à valorização das raízes e à afirmação da identidade
cultural potiguar.

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